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Obra de ampliação do Aterro Sanitário de Palmas com a construção da 7ª célula atinge 60% de execução

Com investimento de R$ 9,3 milhões, nova estrutura deve ser concluída no primeiro semestre e garantirá mais cinco anos de operação regular do aterro.

25/02/2026 às 09h06 Atualizada em 25/02/2026 às 09h15
Por: Redação
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Trabalhos avançam na instalação da manta impermeabilizante, que evita infiltrações e contaminações. Foto: Regiane Rocha
Trabalhos avançam na instalação da manta impermeabilizante, que evita infiltrações e contaminações. Foto: Regiane Rocha

As obras de ampliação do Aterro Sanitário de Palmas estão em ritmo acelerado e já alcançam aproximadamente 60% de execução. A intervenção contempla a construção da sétima célula para disposição final de rejeitos e tem previsão de conclusão no primeiro semestre deste ano.

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Iniciados em outubro de 2025, os trabalhos avançaram na instalação da manta impermeabilizante de polietileno de alta densidade (Pead) de dois milímetros, estrutura fundamental para impedir a infiltração de líquidos no solo e evitar contaminações ambientais. Ao todo, estão sendo aplicados cerca de 67 mil metros quadrados de manta para cobertura da nova área de depósito.

O projeto prevê ainda a implantação de sistema de drenagem de chorume, instalação de tubos para captação de gases, construção de canaletas de contorno, drenagem superficial e cobertura vegetal. As medidas garantem segurança ambiental e operacional em todas as etapas do processo de disposição final dos resíduos.

Investimento

Com investimento de R$ 9,3 milhões, a nova célula assegurará a continuidade do manejo adequado dos resíduos sólidos gerados na Capital pelos próximos cinco anos. A estrutura será ativada assim que a sexta célula atingir sua capacidade máxima.

Atualmente, o aterro recebe cerca de 400 toneladas de resíduos por dia, oriundos da coleta domiciliar, serviços de limpeza urbana, rejeitos da usina de triagem da construção civil e de grandes geradores.

Para o secretário municipal de Infraestrutura e Habitação, Paulo Cezar Monteiro, a obra é estratégica para a cidade. “Estamos investindo em uma estrutura moderna, segura e ambientalmente responsável, que garante a continuidade da destinação correta dos resíduos sólidos de Palmas. A implantação da sétima célula reforça nosso compromisso com a saúde pública, com a preservação do meio ambiente e com o planejamento da cidade”, ressaltou.

Informações: Alcione Luz 

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