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Palmas melhora estrutura do Samu com novos desfibriladores nas Unidades de Suporte Avançado

Equipamentos possibilitam maior resolutividade em atendimento de pacientes com parada cardiorrespiratória e outras emergências clínicas.

23/03/2026 às 16h54
Por: Redação
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Aparelho aplica choques elétricos controlados para restabelecer batimentos do coração. Foto: Gabriela Queiroz
Aparelho aplica choques elétricos controlados para restabelecer batimentos do coração. Foto: Gabriela Queiroz

Em uma iniciativa de cuidado e compromisso com a qualificação do atendimento à população, a Prefeitura de Palmas instalou neste mês de março, novos desfibriladores/cardioversores nas Unidades de Suporte Avançado (USA) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192).

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A secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, explica que os equipamentos, modernos e tecnologicamente atualizados, melhoram a capacidade de resposta das equipes em ocorrências de maior gravidade, especialmente nos atendimentos a pacientes com parada cardiorrespiratória e outras emergências clínicas.

“Essas atividades são parte de um processo contínuo de qualificação da rede de urgência e emergência, fortificando a assistência prestada à população com mais segurança, agilidade e resolutividade.”

Desfibriladores

Os desfibriladores/cardioversores são equipamentos essenciais no atendimento pré-hospitalar, utilizados para identificar alterações graves no ritmo cardíaco e aplicar choques elétricos controlados quando necessário, com o objetivo de restabelecer os batimentos do coração. Em casos de parada cardiorrespiratória, cada minuto é determinante para a sobrevivência do paciente, e a disponibilidade de aparelhos modernos nas ambulâncias de suporte avançado aumenta significativamente as chances de reversão do quadro.

Além da desfibrilação, os novos equipamentos permitem monitoramento contínuo dos sinais vitais, realização de cardioversão sincronizada, marca-passo transcutâneo e acompanhamento preciso da condição clínica durante o transporte até a unidade hospitalar de referência. Na prática, isso significa atendimento mais qualificado ainda no local da ocorrência, maior estabilidade do paciente durante o deslocamento e mais segurança para a equipe de saúde atuar em situações críticas.

Informações: Rodrigo Marques

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