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Investigações da Polícia Civil do Tocantins contribuem para condenação por morte de auditor fiscal em Goiás

Trabalho realizado pela 34ª Delegacia de Polícia de Filadélfia auxiliou na localização do corpo da vítima e na identificação dos envolvidos no crime.

14/08/2026 às 20h43
Por: Redação
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Corpo de auditor fiscal foi encontrado dentro de cova, em uma residência de Aparecida de Goiânia. Foto: Divulgação/Polícia Civil 
Corpo de auditor fiscal foi encontrado dentro de cova, em uma residência de Aparecida de Goiânia. Foto: Divulgação/Polícia Civil 

Investigações realizadas pela Polícia Civil do Tocantins (PCTO), por meio da 34ª Delegacia de Polícia de Filadélfia, contribuíram para a elucidação do latrocínio que vitimou o auditor fiscal Lindomar Modesto de Souza, em 2023, no município de Aparecida de Goiânia (GO).

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Na última quinta-feira, 13, uma mulher de 28 anos apontada como uma das autoras do crime foi condenada a 17 anos e seis meses de prisão. Ela já se encontrava presa e permanecerá à disposição da Justiça.

Investigação teve início no Tocantins

A participação da Polícia Civil do Tocantins no caso teve início em 11 de julho de 2023, quando uma equipe da 34ª DP localizou, em Carolina (MA), um Jeep Renegade pertencente à vítima. O veículo estava abandonado em uma via da cidade, localizada na divisa com Filadélfia.

A partir da localização do automóvel, os policiais civis realizaram diligências e obtiveram imagens do sistema de monitoramento da travessia por balsas entre Filadélfia e Carolina. Os registros mostravam três pessoas, uma mulher e dois homens, utilizando o veículo.

Durante o levantamento das informações, a equipe identificou o proprietário do automóvel como Lindomar Modesto de Souza, que estava desaparecido desde 5 de julho de 2023, em Aparecida de Goiânia. O desaparecimento havia sido comunicado à Polícia Civil de Goiás por familiares da vítima no dia seguinte.

Diante dos elementos reunidos, a 34ª DP compartilhou as informações com a Polícia Civil de Goiás, inclusive os indícios de que Lindomar poderia ter sido morto em sua própria residência.

Corpo localizado e investigada presa

Com o avanço das diligências, policiais civis goianos localizaram o corpo do auditor fiscal enterrado e concretado no quintal da residência da própria vítima, a aproximadamente 1,5 metro de profundidade.

Paralelamente, a equipe da 34ª DP deu continuidade aos levantamentos para identificar o paradeiro das pessoas que haviam sido vistas com o veículo. As informações obtidas contribuíram para a localização da mulher posteriormente condenada, que foi presa em São Luís (MA).

As investigações realizadas no Tocantins foram compartilhadas com a Polícia Civil de Goiás e auxiliaram na identificação dos envolvidos e na responsabilização criminal pelo latrocínio. Um dos investigados pelo crime permanece foragido.

A família de Lindomar Modesto de Souza agradeceu o trabalho desenvolvido pela Polícia Civil do Tocantins e destacou a importância das diligências realizadas pela equipe de Filadélfia para a localização do corpo e a identificação dos envolvidos.

A Polícia Civil do Tocantins reforça que a integração e o compartilhamento de informações entre as forças de segurança de diferentes estados são fundamentais para a elucidação de crimes que ultrapassam as divisas estaduais e para a responsabilização de seus autores.

Informações: Rogério de Oliveira/Governo do Tocantins

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