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Palmas supera meta de vacinação contra a poliomielite e reforça importância da imunização infantil

Para vacinar as crianças, os responsáveis devem procurar a Unidade de Saúde da Família (USF) de referência, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas

23/06/2026 às 08h55
Por: Redação
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A principal forma de prevenção é a vacinação, que protege contra as formas graves da doença e contribui para evitar a reintrodução do vírus no País. Foto: Divulgação
A principal forma de prevenção é a vacinação, que protege contra as formas graves da doença e contribui para evitar a reintrodução do vírus no País. Foto: Divulgação

Em Palmas, a cobertura vacinal contra a poliomielite segue em níveis considerados seguros. Em 2026, a primeira dose da vacina alcançou mais de 95% das crianças do público-alvo, enquanto a dose de reforço ultrapassou 82% de cobertura. Para vacinar as crianças, os responsáveis devem procurar a Unidade de Saúde da Família (USF) de referência, de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas.

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A enfermeira da Secretaria Municipal da Saúde (Semus) Juliana Souza destaca que manter a vacinação em dia é fundamental para proteger as crianças contra uma doença grave e incapacitante. “A poliomielite pode causar sequelas permanentes e a vacinação continua sendo a forma mais segura e eficaz de prevenção. Por isso, é importante que pais e responsáveis acompanhem a caderneta de vacinação e garantam que todas as doses sejam aplicadas no período correto”, destaca.

As crianças menores de um ano devem receber três doses da vacina inativada poliomielite (VIP), aplicadas aos dois, quatro e seis meses de idade. Já as crianças de um a quatro anos devem completar o esquema vacinal com as doses de reforço previstas pelo calendário nacional de vacinação.

A doença

A poliomielite é uma doença infecciosa causada pelo poliovírus, transmitido principalmente pelo contato com fezes ou secreções de pessoas infectadas. A principal forma de prevenção é a vacinação, que protege contra as formas graves da doença e contribui para evitar a reintrodução do vírus no País.

Embora muitas pessoas infectadas não apresentem sintomas, a pólio pode causar febre, mal-estar, dores no corpo, vômitos, rigidez na nuca e, nos casos mais graves, paralisia permanente dos membros.

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